| Mulheres e leigos numa liderança inclusiva |
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| Escrito por Dafne Sabanes |
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"Se quisermos ser inclusivos com as mulheres na liderança da igreja, temos que oferecer oportunidades de capacitação adequada", disse Wakseyoum Negari, da Igreja Evangélica da Etiópia Megane Jesus.
A igreja etíope abriu um Instituto de Mulheres para que candidatas ao seminário de Teologia pudessem fazer curso especial de preparação aos exames de admissão, relatou Negari. A medida facilitou o ingresso de mulheres ao ministério da igreja, agregou. Vários relatos sobre maneiras das igrejas incluírem mulheres no ministério foram apresentadas sob o tema "Desenvolvimento e capacitação da liderança", que teve lugar durante um dia e meio na programação da Assembléia Geral de Unificação das igrejas Reformadas e Presbiterianas. Que tipo de liderança as igrejas reformadas precisam neste momento? É viável cumprir os sistemas de quotas para jovens e mulheres na representação em organismos internacionais, quando nos países ainda existem barreiras culturais que as discriminam? "As igrejas não devem ter medo de ocupar a dianteira em temas como este", disse a pastora Kathryn Viner, da Igreja Presbiteriana da Irlanda. "Nossa igreja decidiu ordenar mulheres quando ainda não havia uma tradição de liderança feminina no país em quase nenhuma área", no final dos anos 70 do século passado, historiou. Essa oportunidade foi muito importante para as mulheres, continuou Viner. "Eu reconheço que os homens também têm que fazer um caminho para aprender a compartilhar os espaços de liderança e de decisão", agregou. Nas igrejas da Indonésia surpreende o número de mulheres que querem estudar Teologia para exercerem o ministério eclesial. Pastor da Igreja Protestante Karo Batak contou que quando começaram a ordenar mulheres teve igrejas em que os anciãos se negavam a receber uma pastora. "Recordo uma congregação com a qual chegamos a um acordo. Aceitariam o trabalho da pastora por um ano, e se não funcionasse, tinham direito de mudar. Quando fizemos a avaliação, no ano seguinte, não queriam mudar sua pastora, em absoluto! Agora, muitas congregações preferem ter uma mulher no ministério, pois veem nelas a autoridade maternal", relatou. A discussão também considerou a educação de novos líderes, tendo em conta a diversidade de pessoas e de contextos onde as igrejas desenvolvem seu ministério. Os participantes se referiram à necessidade de elaborar materiais sobre a perspectiva reformada do sacerdócio de todos os crentes e a participação do laicato nos diferentes ministérios da igreja. "Nossos programas de formação devem incluir formação em ecumenismo", comentou a pastora Margarita Mejía Arévalo, da Igreja Reformada Calvinista de El Salvador. "Preparar-se para ser pastor e pastora é também preparar-se para potenciar e fortalecer as possibilidades de outras pessoas, para que elas também trabalhem nos múltiplos ministérios da igreja", definiu.
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| Nenhum evento |
| 06 de setembro Júnia Bueno Rocha |
| 06 de setembro Dr. Nelson Hayashi |
| 09 de setembro Maria Luíza Ruckert |
| 11 de setembro Maria Augusta dos Santos Barboza |
| 11 de setembro Susana Faria Nunes |
| 11 de setembro Andréa Coutinho Chagas |
| 16 de setembro Raquel Coutinho Chagas |
| 16 de setembro Sandra e Manoel de Souza Miranda |
| 16 de setembro Darfini Sindel Graceli |
| 20 de setembro Guilherme Souza |
Domingo
9h - Culto matutino
9h45 - Escola Dominical
19h - Culto vespertino
Segunda Feira
15h - Reunião de oração
Quarta-feira
19h Culto de oração e ensaio do coral
